Professora Rosimeire Marques
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- Professora Rosimeire Marques
- Uma pessoa que acredita e luta por um futuro melhor
segunda-feira, 23 de junho de 2014
sexta-feira, 25 de abril de 2014
Projeto Copa 2014
JUSTIFICATIVA
Na pedagogia de projeto, o aluno aprende no processo de produzir, de levantar dúvidas, de pesquisar e de criar relações, que incentivam novas buscas, descobertas, compreensões e reconstruções de conhecimento. O papel do professor deixa de ser aquele de ensinar por meio de transmissão de informações, mas sim estabelecer relações e mediações necessárias para que o aluno encontre sentido naquilo que está aprendendo.
O futebol é uma das práticas culturais mais difundidas em âmbito nacional que necessita ser alvo de estudos científicos, na medida em que revela uma rede intrincada de significações. O futebol quando competitivo (profissional) visa à extração de um campeão e, consequentemente, rotula vencedores e perdedores. Quando inserido no contexto escolar, possui características específicas, sendo também permeado por tensões, competições, exclusões, inclusões, etc.
O futebol é uma das maiores paixões do povo brasileiro. Neste período de copa do mundo devemos aproveitar esse acontecimento, para enriquecer e dar mais sentido às aulas, conhecer e saber um pouco mais sobre os países que participam, trabalhando também temas transversais: Pluraridade Cultural, Saúde, Alimentação, Consumo, Etnias, etc.
OBJETIVOS
Promover o uso pedagógico da informática na educação, alavancar um processo de inovação no ambiente escolar, visando melhorar a qualidade de ensino-aprendizagem.
Este projeto tem por objetivo um trabalho interdisciplinar, temas motivadores para desenvolver os conhecimentos e competências curriculares. Conhecer as várias etnias e culturas, valorizá-las e respeitá-las. Repudiar a discriminação baseada em diferenças de raça, idade, religião, classe social, nacionalidade e sexo. Temas que serão trabalhados.
História das copas;
Sede das copas;
Curiosidades dos países participantes;
Pluraridade cultural: língua falada;
Respeito e regras (jogadores e jogos);
Espírito patriótico;
Localização no mapa das sedes da copa;
Agenda de jogos do Brasil e adversários;
Bandeira Brasileira e outros países;
Hino nacional brasileiro;
Mãos de obra temporária que surgem em razão da copa;
Alimentação típica dos países;
Condicionamento físico, saúde mental e repouso necessário para os atletas.
METODOLOGIA
Aula teórica e prática;
Exposição interna “Mostra” que acontecerá no dia 16 e 17 de julho;
Atividades e exercícios;
Conhecer, valorizar e divulgar as diversas culturas.
Identificar as danças, músicas, comidas, crenças e roupas tradicionais de cada país;
Conhecer a história das copas e mascotes;
Identificar cada país e os dias que jogam;
Respeitar e compreender o trabalho coletivo.
RECURSOS
Computador com o Linux Educacional.
Ferramentas operacionais:
Pesquisa na Internet
Uso do google drive
Editor de texto
Planilhas
Apresentações
Draw
Audacity
OpenShot
Câmera fotográfica
Impressora
AVALIAÇÃO
Este projeto está sujeito a flexibilidade, portanto poderá ser mudado ou acrescentado conteúdos, de acordo com as expectativas dos alunos participantes da Oficina de Informática. Será levado em consideração para avaliação final os tópicos:
Demonstra interesse pela aula de informática e pelos temas propostos pela professora.
Desenvolve as atividades com atenção, interesse e criatividade.
Facilidade e boa coordenação com teclado e mouse.
Facilidade na interpretação dos conteúdos propostos e respostas coerentes aos temas.
Comprometimento no quesito presença e prazos.
Se preocupa com os demais do grupo, se prontificando sempre a ajudar, capacidade em pensar e enfrentar os desafios propostos.
PERÍODO DE REALIZAÇÃO
Abril, Maio, Junho julho.
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
domingo, 29 de julho de 2012
Segunda, 02 de abril de 2012 16:34 (Jornal Evolução)
São Bento - Realizado em onze pontos o Programa Agita São Bento tem por objetivo levar aos bairros informações e muita atividade física. Nesta segunda-feira o grupo do Centro fez atividades no Ginásio de Esportes Annes Gualberto.
O programa da secretaria de Saúde, coordenado pelo professor Washington Henrique Marques acontece semanalmente. “O programa é realizado há alguns anos e no decorrer destes muitas pessoas foram integrando aos grupos buscando melhor qualidade de vida através da atividade física”, destaca Washington.
Nos encontros são feitas atividades de alongamento, ginástica localizada, controle de peso, pressão arterial, caminhada, entre outras.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Informática na Educação
INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO
"A educação é, antes de mais nada, desenvolvimento de potencialidades e a apropriação do "saber social" (conjunto de conhecimentos e habilidades, atitudes e valores que são produzidos pelas classes, em uma situação histórica dada de relações para dar conta de seus interesses e necessidades). Trata-se de buscar, na educação, conhecimentos e habilidades que permitam uma melhor compreensão da realidade e envolva a capacidade de fazer valer os próprios interesses econômicos, políticos e culturais" (Gryzybowski, 1986:41-2)
"A educação é, antes de mais nada, desenvolvimento de potencialidades e a apropriação do "saber social" (conjunto de conhecimentos e habilidades, atitudes e valores que são produzidos pelas classes, em uma situação histórica dada de relações para dar conta de seus interesses e necessidades). Trata-se de buscar, na educação, conhecimentos e habilidades que permitam uma melhor compreensão da realidade e envolva a capacidade de fazer valer os próprios interesses econômicos, políticos e culturais" (Gryzybowski, 1986:41-2)
OBJETIVOS
• Capacitar o aluno para o mercado de trabalho;
• Utilizar a Informática para reforçar aspectos psicopedagógicos;
• Usar a sala de Informática como local de desenvolvimento de projetos de interdisciplinaridade;
• Utilizar a informática como recurso didático no processo ensino-aprendizagem;
• Inserir o aluno no contexto da sociedade pós-moderna;
• Utilizar o computador como ferramenta nas tarefas do dia-a-dia.
terça-feira, 6 de abril de 2010
Dizer não também educa
Dizer não também educa
A educação de nossos filhos deve ter como objetivo fundamental o desenvolvimento de pessoas responsáveis, maduras e autônomas.
Sabemos que o afeto, a ternura e a comunicação são os instrumentos básicos para conseguir este resultado, porém não podemos nos esquecer da necessidade de colocar limites claros e coerentes, ainda que muitos pais sintam-se inseguros em proibir coisas a seus filhos. Porém, se não quisermos que nossas crianças se convertam em pequenos tiranos, a colocação de limites é imprescindível.
Deixar de colocar limites na infância e esperar que quando adolescentes tornar-se-ão automaticamente jovens respeitosos, tolerantes e disciplinados é um dos maiores enganos que os pais cometem, e as conseqüências evidenciam-se tanto na própria vida familiar como na escola.
Normalmente, é muito mais fácil aos pais dizer “sim” a tudo o que os pequenos pedem, ou deixá-los fazer o que querem, mas, dizer um “não” a tempo, também é conveniente e necessário. Quando assim o fazemos, ensinamos às crianças a interiorizarem normas e conseguimos transmitir uma disciplina desde pequenos até que, progressivamente, se responsabilizem por seu comportamento.
Muito mais rapidamente que nós, pais, nossos filhos aprendem a dizer “não”. Negam-se a ir para cama, não querem lavar as mãos antes de comer, querem comer apenas o que desejam, não querem tomar banho quando pedimos, não guardam seus brinquedos, enquanto que para nós é muito mais difícil manter firmes certos critérios, certas normas, certos limites.
De modo algum estamos querendo dizer que devemos ser rígidos e intolerantes, muito menos pais despóticos, que com autoritarismo sempre se opõem aos desejos de seus filhos e, sim, entender a realidade e as possibilidades dos pequenos em cada etapa de seu desenvolvimento, mostrando-lhes de forma clara aquilo que podem ou não fazer, o que é permitido e o que não é.
De fato, não é fácil dizer não e nem todas as famílias são iguais.
Cada uma tem sua forma de educar seus filhos, mas, ainda que às vezes e em determinadas idades seja difícil encontrar um meio termo entre o “deixar fazer” e o “proibir”, o mais importante é ser coerente e manter a decisão mais conveniente para cada ocasião.
Outro fator de grande importância é que as crianças aprendem muito imitando-nos, observando nossas atitudes, valores e comportamentos, e, portanto, estes devem estar em consonância com nossas palavras já que de outro modo perderão a seus olhos todo o seu sentido, além de estarmos contribuindo para ensinar contravalores.
Não podemos esquecer que a “casa” é o autêntico formador de pessoas. As crianças, desde muito pequeninas, aprendem o tempo todo com sua família, não somente pelas palavras ditas, mas sobretudo, sobre aquilo que vêem nela, a forma como atuam, como agem perante os problemas.
Definitivamente, as crianças observam e copiam o proceder de seus pais ante a vida.
Uma autêntica educação em valores, mas que ser ensinada, é transmitida, vivenciada, experimentada.
A vivência de normas e limites é fundamental para a construção dos valores, que não se transmitem por via genética, por isso é tão importante levá-los em conta na educação de nossos filhos.
Porém, de modo algum podemos esquecer que os valores não se ensinam independentemente do resto das coisas, nem através de grandes explicações, de sermões ou listagem daquilo que consideramos correto ou não, esperando que nossos filhos os memorizem.
Reiteramos que os valores se transmitem através do exemplo prático, através da cotidianidade, de nosso comportamento no dia a dia.
Por isso, a melhor forma de agir com limites, transmitir valores, de aprender a viver em sociedade, é jamais aplicar o ditado tão popular "faça o que eu digo e não o que eu faço". Se queremos que nossos filhos sejam responsáveis e autônomos para ajudar a construir uma sociedade melhor, devemos começar por criá-la nós mesmos e "fazer o que dizemos".
A educação de nossos filhos deve ter como objetivo fundamental o desenvolvimento de pessoas responsáveis, maduras e autônomas.
Sabemos que o afeto, a ternura e a comunicação são os instrumentos básicos para conseguir este resultado, porém não podemos nos esquecer da necessidade de colocar limites claros e coerentes, ainda que muitos pais sintam-se inseguros em proibir coisas a seus filhos. Porém, se não quisermos que nossas crianças se convertam em pequenos tiranos, a colocação de limites é imprescindível.
Deixar de colocar limites na infância e esperar que quando adolescentes tornar-se-ão automaticamente jovens respeitosos, tolerantes e disciplinados é um dos maiores enganos que os pais cometem, e as conseqüências evidenciam-se tanto na própria vida familiar como na escola.
Normalmente, é muito mais fácil aos pais dizer “sim” a tudo o que os pequenos pedem, ou deixá-los fazer o que querem, mas, dizer um “não” a tempo, também é conveniente e necessário. Quando assim o fazemos, ensinamos às crianças a interiorizarem normas e conseguimos transmitir uma disciplina desde pequenos até que, progressivamente, se responsabilizem por seu comportamento.
Muito mais rapidamente que nós, pais, nossos filhos aprendem a dizer “não”. Negam-se a ir para cama, não querem lavar as mãos antes de comer, querem comer apenas o que desejam, não querem tomar banho quando pedimos, não guardam seus brinquedos, enquanto que para nós é muito mais difícil manter firmes certos critérios, certas normas, certos limites.
De modo algum estamos querendo dizer que devemos ser rígidos e intolerantes, muito menos pais despóticos, que com autoritarismo sempre se opõem aos desejos de seus filhos e, sim, entender a realidade e as possibilidades dos pequenos em cada etapa de seu desenvolvimento, mostrando-lhes de forma clara aquilo que podem ou não fazer, o que é permitido e o que não é.
De fato, não é fácil dizer não e nem todas as famílias são iguais.
Cada uma tem sua forma de educar seus filhos, mas, ainda que às vezes e em determinadas idades seja difícil encontrar um meio termo entre o “deixar fazer” e o “proibir”, o mais importante é ser coerente e manter a decisão mais conveniente para cada ocasião.
Outro fator de grande importância é que as crianças aprendem muito imitando-nos, observando nossas atitudes, valores e comportamentos, e, portanto, estes devem estar em consonância com nossas palavras já que de outro modo perderão a seus olhos todo o seu sentido, além de estarmos contribuindo para ensinar contravalores.
Não podemos esquecer que a “casa” é o autêntico formador de pessoas. As crianças, desde muito pequeninas, aprendem o tempo todo com sua família, não somente pelas palavras ditas, mas sobretudo, sobre aquilo que vêem nela, a forma como atuam, como agem perante os problemas.
Definitivamente, as crianças observam e copiam o proceder de seus pais ante a vida.
Uma autêntica educação em valores, mas que ser ensinada, é transmitida, vivenciada, experimentada.
A vivência de normas e limites é fundamental para a construção dos valores, que não se transmitem por via genética, por isso é tão importante levá-los em conta na educação de nossos filhos.
Porém, de modo algum podemos esquecer que os valores não se ensinam independentemente do resto das coisas, nem através de grandes explicações, de sermões ou listagem daquilo que consideramos correto ou não, esperando que nossos filhos os memorizem.
Reiteramos que os valores se transmitem através do exemplo prático, através da cotidianidade, de nosso comportamento no dia a dia.
Por isso, a melhor forma de agir com limites, transmitir valores, de aprender a viver em sociedade, é jamais aplicar o ditado tão popular "faça o que eu digo e não o que eu faço". Se queremos que nossos filhos sejam responsáveis e autônomos para ajudar a construir uma sociedade melhor, devemos começar por criá-la nós mesmos e "fazer o que dizemos".
sábado, 20 de março de 2010
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